Friday, November 23, 2012

Pornôs: dois terços dos acessos a sites vêm de pessoas no trabalho

Duas em cada três pessoas que acessam o maior site pornográfico gratuito do mundo o fazem do local de trabalho, durante o expediente, afirma o terapeuta sexual alemão Christoph Ahlers. Segundo o jornal britânico Daily Mail, tal comportamento indica uma mudança no consumo desse tipo de conteúdo, e aponta para o vício em pornografia.

De acordo com os dados apresentados pelo doutor Ahlers numa conferência na Áustria, são 60 milhões de visitas por dia, em um único site.

"O hábito moderno de ver pornografia não é mais algo que indivíduos estranhos fazem em salas escuras de vídeo", declara o pesquisador, acrescentando que o segundo auge de audiência se dá à noite, com acessos de casa.

Tuesday, November 13, 2012

Pesquisa mostra 10 práticas de corrupção do brasileiro


Quase um em cada quatro brasileiros (23%) afirma que dar dinheiro a um guarda para evitar uma multa não chega a ser um ato corrupto, de acordo com uma pesquisa feita pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e o Instituto Vox Populi. Os números refletem o quanto atitudes ilícitas, de tão enraizadas em parte da sociedade brasileira, acabam sendo encarados como parte do cotidiano. As informações são da BBC Brasil.

"Muitas pessoas não enxergam o desvio privado como corrupção. Só levam em conta a corrupção no ambiente público", diz o promotor de Justiça Jairo Cruz Moreira. Ele é coordenador nacional da campanha do Ministério Público. Como lida diariamente com o assunto, Moreira ajudou a BBC Brasil a elaborar uma lista de dez atitudes que os brasileiros costumam tomar e que, por vezes, nem percebem que se trata de corrupção. Veja quais são elas:
- Não dar nota fiscal
- Não declarar Imposto de Renda
- Tentar subornar o guarda para evitar multas
- Falsificar carteirinha de estudante
- Dar/aceitar troco errado
- Roubar TV a cabo
- Furar fila
- Comprar produtos falsificados
- No trabalho, bater ponto pelo colega
- Falsificar assinaturas
"Aceitar essas pequenas corrupções legitima aceitar grandes corrupções", afirma o promotor. "Seguindo esse raciocínio, seria algo como um menino que hoje não vê problema em colar na prova ser mais propenso a, mais pra frente, subornar um guarda sem achar que isso é corrupção", diz.
Segundo a pesquisa da UFMG, 35% dos entrevistados dizem que algumas coisas podem ser um pouco erradas, mas não corruptas, como sonegar impostos quando a taxa é cara demais.

Fonte: Conjur

Friday, November 9, 2012

Crescem as fraudes com uso do CPF alheio


As tentativas de fraudes na contratação de serviços e produtos com o uso de dados pessoais alheios, como CPF e RG, têm se expandido no Brasil nos últimos anos.
De janeiro a setembro deste ano, foi registrado 1,56 milhão de tentativas de fraude desse tipo, um aumento de 13% em relação ao mesmo período de 2010.
Cerca de um terço do total corresponde a tentativas de fraudes realizadas em empresas de telefonia.
Os dados são de um levantamento da Serasa Experian obtido pela Folha.
A empresa de análise de crédito chegou ao número após cruzar informações sobre consultas mensais a CPFs e estimativa de risco solicitadas por empresas de diferentes segmentos.
O setor de serviços, que engloba companhias de seguro, construção, imobiliárias, turismo e outras atividades, lidera o registro de tentativas de fraude realizadas neste ano, com 36% do total, segundo a pesquisa.
O setor de telefonia, que inclui apenas operadoras, tem a segunda maior participação, com 33%. No ano passado, esse índice correspondia a 25% do total.
Bancos e empresas de varejo respondem, respectivamente, por 18% e 11% dos casos mapeados pela Serasa.

INTERNET
A popularização da internet e das mídias sociais é apontada como um fator impulsionador desse tipo de ação criminosa.
É comum as pessoas fornecerem seus dados pessoais em cadastros na internet sem verificar a idoneidade e a segurança dos sites, segundo Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian.
"Se os falsários conseguem utilizar cartão de crédito, por que não utilizariam o CPF?"
Para que as pessoas não sejam vítimas de fraudes, especialistas recomendam parcimônia na hora de colocar informações na internet.
As empresas, porém, também têm responsabilidade, diz Selma do Amaral, diretora do Procon-SP.
"É obrigação das companhias verificar a veracidade das informações fornecidas na hora da venda."
Na maioria dos casos, o cidadão que teve o dado pessoal utilizado na fraude só tem conhecimento do problema quando recebe alguma cobrança pelo bem contratado ou quando tem crédito negado por inadimplência.


fonte: Folha

Thursday, November 8, 2012

Leis Azeredo e Carolina Dieckmann são aprovadas


Para criminosos e covardes em geral que se escondem no (virtual) anonimato oferecido pela Internet para exercerem suas práticas discutíveis, hoje é um dia triste: muitas dessas ações passam a ser, com a aprovação de dois projetos de lei importantes relacionados ao tema, crimes.

Foram aprovados hoje na Câmara os projetos de lei 84/99 e 35/2012, mais conhecidos como Lei Azeredo e Lei Carolina Dieckmann, respectivamente. Explicamos faz pouco tempo, em detalhes, o que cada então projeto de lei cobre, mas resumidamente ambos modificam o Código Penal e tipificam condutas realizadas via Internet, coisas como clonagem de cartão de crédito, invasão e furto de dados privados e racismo — incluído em cima da hora na Lei Azeredo, que em pouco lembra o texto original de 1999, prevendo que conteúdo racista seja removido da rede imediatamente da mesma forma que já ocorre em outros meios de comunicação. Só resta agora a sanção presidencial para que os novos crimes passem a ser puníveis.

Houve deputados contrários à aprovação dos projetos por acharem que o Código Penal, do jeito que estava, conseguia prever todas as condutas ilícitas. Miro Teixeira (PDT-RJ), com o apoio do DEM, requisitou o adiamento da votação. O pedido foi negado e as leis, felizmente, votadas e aprovadas.

Marco Civil da Internet

A Câmara queria votar também hoje o Marco Civil da Internet, outro importantíssimo documento legal que visa regulamentar o uso da Internet no Brasil e dar as bases para o tratamento jurídico dela no país. Mas os entraves aqui são maiores e está rolando um lobby forte,segundo a Folha, para que algumas partes do texto sejam mudadas. Resultado? Ficou para a semana que vem.

Mas os trechos do Marco Civil questionados a gente já sabe — alguns, pelo menos. Uma parte, que a SindteleBrasil reclama, impede que os provedores de Internet cobrem valores diferenciados dos clientes (alguém que faça mais downloads, por exemplo, não pode ter uma mensalidade maior). Outra atraiu a ir...


Cruzeiro do Sul espionou técnicos do Banco Central

A Polícia Federal investiga a ação de arapongas nas dependências do Banco Cruzeiro do Sul para monitorar técnicos do Banco Central durante o período em que a instituição foi submetida à auditoria que antecedeu o Regime Especial de Administração Temporária e a liquidação extrajudicial.


Amparada em autorização judicial, a PF fez buscas na sede do Cruzeiro do Sul e descobriu interceptações telemáticas (e-mails) e conversas telefônicas transcritas e arquivadas em computadores do próprio banco.

A espionagem revela a estratégia de ocultar informações e dados solicitados pelo BC durante a inspeção.

O Cruzeiro do Sul é alvo de inquérito da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros (Delefin) da PF, que apurou rombo de R$ 1,35 bilhão.

O banqueiro Luís Octávio Índio da Costa, ex-controlador da instituição, está preso desde 24 de outubro por ordem do juiz Márcio Ferro Catapani, da 2.ª Vara Criminal Federal em São Paulo. Índio da Costa nega taxativamente os grampos.

O BC decretou a liquidação do Cruzeiro do Sul no dia 14 de setembro, depois que malograram negociações para a venda da instituição, que estava sob regime de intervenção desde junho.

Peritos da PF estão analisando todo o conteúdo das interceptações e de cerca de 100 e-mails trocados entre funcionários do Cruzeiro do Sul. O laudo ainda não está pronto, mas os indícios levam à suposição de que os auditores do BC foram vigiados.

Preliminarmente, ficou evidenciada a preocupação em selecionar operações a serem comunicadas ao BC, ao mesmo tempo em que eram omitidos dados reveladores do dia a dia do banco.

A PF trabalha com duas hipóteses: as gravações podem ter sido feitas pelo próprio aparato de segurança do banco ou por uma empresa especialmente contratada para essa finalidade, que teria usado um sistema remoto para interceptar e-mails e telefonemas dos auditores.

Burla. Teriam caído na malha dos grampos funcionários do BC, interventores e os próprios administradores originais. Para a PF, alguns diálogos mostram antigos administradores do Cruzeiro do Sul tentando burlar ou ludibriar a fiscalização do BC.

A PF verificou que as interceptações foram realizadas enquanto técnicos do BC agiam no Cruzeiro do Sul. Eles teriam ficado sob vigilância durante praticamente todo o período da inspeção, até que suspeitaram da trama. Alguns e-mails revelam o plano para despistar a auditoria.

Coisa de filme. A investigação mostra que os arapongas sabiam rigorosamente tudo o que os inspetores faziam, passo a passo da fiscalização. Tinham conhecimento com exatidão dos documentos que estavam sendo analisados e para onde caminhavam os trabalhos. Alguns grampos resgatados mostram intenção de ocultar informações do BC.

"O órgão fiscalizador estava sendo fiscalizado", anotou o investigador. "Parece coisa de filme. Isso é muito grave."

O criminalista Roberto Podval, que defende Índio da Costa, considera "um absurdo" a suspeita de espionagem. Ele pediu revogação da prisão do banqueiro, mas o pedido foi negado na semana passada.

Também são investigados pelo rombo na instituição Maria Luísa Garcia de Mendonça, que foi diretora de contadoria do banco, e Horácio Martinho Lima, ex-superintendente de operações e contratos de empréstimos consignados.


Fonte: Estado

Wednesday, November 7, 2012

Câmara pode votar nesta quarta propostas que regulamentam uso da internet no Brasil


O Plenário da Câmara poderá votar nesta quarta-feira (7) três projetos de lei que regulamentam o uso da internet no Brasil. Dois deles tratam da punição de crimes cibernéticos (PL 84/99 e PL 2793/11) e o outro é a proposta de marco civil da internet (PL 2126/11, apensado ao PL 5403/01). Apresentado pelo governo, o marco civil é uma espécie de Constituição da internet, com princípios que devem nortear o uso da rede no Brasil, direitos dos usuários e obrigações dos provedores do serviço.
“Existe um entendimento entre governo e a oposição no sentido de votar em conjunto, para ir à sanção da presidente da República, as três propostas”, explica o presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara, deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG). “O presidente Marco Maia deve colocar em votação amanhã os três projetos sobre internet”, confirmou o relator da proposta de marco civil, deputado Alessandro Molon (PT-RJ). “É desejo de o presidente Marco Maia deixar como legado a aprovação da primeira lei geral brasileira sobre internet, o marco civil, que dará segurança jurídica para essa área no Brasil”, completou.
Crimes cibernéticos
Segundo Eduardo Azeredo, o acordo não previa inicialmente a votação do marco civil da internet diretamente no Plenário, e sim primeiramente na comissão especial que analisa a proposta. “Mas vamos buscar um entendimento, porque finalmente se chegou à compreensão de que é necessária uma legislação específica sobre crimes cibernéticos”, disse Azeredo, que relatou o PL 84/99 no Senado e na Comissão de Ciência e Tecnologia. Segundo o deputado, os dois projetos (PL 84/99 e PL 2126/11) que tratam de crimes na internet são complementares.
Em tramitação há treze anos no Congresso, o PL 84/99 inclui novos crimes no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), como o de usar dados de cartões de crédito ou débito obtidos de forma indevida ou sem autorização. O texto equipara essa prática ao crime de falsificação de documento particular, sujeito à reclusão de um a cinco anos e multa. Outra novidade é a previsão de que mensagens com conteúdo racista sejam retiradas do ar imediatamente, como já ocorre atualmente em outros meios de comunicação, seja radiofônico, televisivo ou impresso.
O PL 2793/11, do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), também inclui novos tipos penais, como ter acesso a e-mails e informações sigilosas, com pena prevista três meses a dois anos de prisão, além de multa. A pena será a mesma para quem vender ou divulgar gratuitamente esse material. Já aprovado pela Câmara e modificado no Senado, o projeto pode ajudar a resolver situações como a violação do computador da atriz Carolina Dieckman que resultou na divulgação de suas fotos pessoais na internet. “Da parte da oposição, assim como votamos o projeto no Senado na semana passada, devemos colaborar com a votação na Câmara”, disse Azeredo.

Marco civil


O relator do marco civil, deputado Alessandro Molon, afirmou que manterá basicamente o mesmo substitutivo apresentado na comissão especial, com alguns ajustes de redação, “para atender as demandas dos mais diversos segmentos da sociedade, inclusive do governo”.

  • Leonardo Prado/Agência Câmara
    Relator do projeto do Marco Civil, Alessandro Molon
Um dos pontos a ser ajustado deverá ser o artigo que trata da neutralidade de rede. Esse princípio, contido no marco civil, estabelece que todo pacote de dados que trafega na internet deverá ser tratado de maneira isonômica, sem discriminação quanto ao conteúdo, origem, destino, terminal ou aplicativo. “O texto exato desse dispositivo ainda está sendo estudado, mas não haverá nenhum retrocesso na proteção da neutralidade de rede, que considero o coração do projeto”, disse Molon. Conforme explicou o relator, se não houver neutralidade da rede, o conteúdo que vai chegar mais rapidamente ao usuário será aquele da empresa que eventualmente tenha celebrado acordo comercial com o provedor de conexão.
O deputado Eduardo Azeredo afirmou que, para a proposta ter apoio da oposição, a redação do artigo que trata da neutralidade de rede terá que ser modificada. “Todos defendem a neutralidade da rede, mas a redação não pode inviabilizar a Lei de Concorrência”, destacou Azeredo.
De acordo com o substitutivo de Molon, o princípio deverá ser regulamentado por decreto, ouvido o Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br) – órgão que inclui representantes do governo, do setor empresarial, do terceiro setor e da comunidade científica e tecnológica. No texto original, do governo, não há menção ao CGI.

Fonte: UOL

Tuesday, November 6, 2012

76% dos brasileiros que usam internet já foram vítimas de crime digital, diz estudo

Pesquisa conduzida pelo Instituto Ponemon identificou que o Brasil é o segundo país com mais vítimas do cibercrime, ao lado da Índia: 76% das pessoas já sofreram algum tipo de ataque. A China é a líder, com 83%, e os EUA vêm em terceiro, com 73%.

O estudo foi realizado com 583 companhias norte-americanas, das quais 90% informaram ter tido seus sitemas hackeados ao menos uma vez nos últimos 12 meses. A maioria delas, 59%, informou que as brechas aconteceram com mais frequência neste período. (Mashable

O prejuízo causado pelas fraudes digitais em nível global foi avaliado em mais de US$ 1 trilhão, segundo a empresa. A pesquisa avaliou que, em média, 65% dos usuários de internet já sofreram algum tipo de ataque, seja na forma de vírus, clonagem de cartão de crédito ou roubo de identidade. 


Criminosos virtuais tem vida fácil do Brasil

Durante evento em Nova York, a empresa de antivírus AVG aproveitou o lançamento da nova versão do software para apresentar as tendências para 2013. O responsável pelo laboratório de pesquisas da companhia, Pavel Krcma, afirmou que o cenário de ameaças para o próximo ano não difere muito do atual, porém, pode ser mais intenso.

O Brasil entrou no radar das análises de Krcma. Segundo ele, os malwares que roubam dados bancários irão continuar a aparecer com força no mercado nacional. No país, este tipo de golpe é bastante comum e tem sido usado há anos, inclusive com as mesmas técnicas. Para o especilista, isso mostra que os brasileiros não aprenderam com seus erros e ainda são bastante negligentes com a segurança de seus dados e acesso à internet.

"Os brasileiros não têm costume de manter softwares e antivírus atualizados. Além disso, parecem não ter conhecimento de como funcionam os golpes. Por conta disso, os criminosos nem precisam se preocupar em mudar suas táticas, pois há mais de cinco anos as mesmas estratégias funcionam", comenta. 
No mundo da mobilidade, o Android permanece como a plataforma móvel mais vulnerável. Segundo o especialista, o sistema operacional do Google deve ganhar versões mais sofisticadas de malware, já que as atuais usam técnicas bastante simples e estão sendo desvendadas.

O iOS, por sua vez, deve se manter seguro, devido à rigidez da Apple na aprovação dos aplicativos. O Windows Phone, por se tratar de um sistema novo mercado, também deverá permanecer como uma opção segura. De acordo com Krcma, os cibercriminosos ainda não estão desenvolvendo malwares para a plataforma móvel da Microsoft, pois ainda não sabem se haverá uma forte adoção do sistema.
"Os criminosos só se dispõem a criar malwares para sistemas que são bastante usados, pois isso aumenta a chance de eles conseguirem atingir seu objetivo com algum internauta desavisado", explica. "O Windows Phone ainda não tem tantos adéptos, portanto, ainda é bastante seguro", completa Krcma.
Apesar de sair ilesa no cenário dos smartphones, na área dos desktops a Microsoft sofre ameaças. O pesquisador da AVG conta que o Windows deve continuar a ser o principal alvo dos hackers. Alguns criminosos já estudam formas de atacar o Windows 8, novo sistema da fabricante, porque sabem que a platafoma da Microsoft pode manter sua porcentagem de market share bastante alta.
Nas redes sociais o alerta vai para o Facebook, ambiente propício para as pragas. Krcma ressalta que os hackers usam da confiança dos usuários para atacar, espalhando links maliciosos nas páginas de amigos da pessoa infectada. "Dificilmente um internauta desconfia de um link enviado por um amigo e por isso a rede social é o local ideal para isso", conclui.

Monday, November 5, 2012

O Jailbreak poderá ser considerado crime no Brasil


Quarta-feira (31/10) o Senado brasileiro aprovou um projeto que substitui a chamada “Lei Dickmann”, que foi criada após o vazamento das fotos pessoais de Carolina Dickmann em maio deste ano. Basicamente a lei abrange os crimes virtuais, como a invasão de computadores, porém ela vai um pouquinho mais longe do que devia…

Parece que até os fãs de jailbreak estão correndo perigo de cadeia com essa lei em vigor, ela pode fazer com que os usuários do método peguem até 1 ano de cadeia.
cydia1 O Jailbreak poderá ser considerado crime no Brasil.
O projeto que é denominado de 35/2012 na verdade é um substitutivo, que adiciona itens a este texto. Nele, é claramente colocado que invadir computadores ou qualquer dispositivo informático que são conectados ou não a uma rede, é crime, com prisão e multa. Mas, além disso, há o artigo 154, onde cita que instalar vulnerabilidades em dispositivos informáticos, ou distribuir programas para tais fins, passa a ser crime.

Na realidade, este texto é escrito pelo Senado, ou seja, não há uma mão de uma pessoa com mais profundidade no assunto, então não há por enquanto como saber se ela vai abranger o tão querido Jailbreak, porém ele pode ser interpretado de tal forma, porque são processos que instalam “vulnerabilidades” em dispositivos, porém quando não há pirataria de aplicativos podemos afirmar estão dentro da lei.

Mesmo aprovado no senado, esse projeto ainda voltará à Câmara dos Deputados para que antes de virar de fato lei, seja reavaliado, e quem sabe consertado as brechas que existem nesse projeto.

Para consultar o Projeto só seguir este link: http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=105612

E aqui estão as emendas aprovadas: http://www6.senado.gov.br/mate-pdf/113337.pdf